Baseada no consumo de alimentos de origem vegetal, a dieta vegetariana geralmente é adotada por pessoas que não toleram o consumo de carnes, aves e peixes na alimentação, seja por motivos éticos, religiosos, ambientais ou mera rejeição.
De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira (SBV), os principais tipos de vegetarianismo são: ovolactovegetarianismo, em que se utilizam ovos, leite e laticínios na sua alimentação; o lactovegetarianismo, em que se faz o uso de leite e laticínios; o ovovegetarianismo, em que se consomem ovos; e o vegetarianismo estrito, em que não se utiliza nenhum produto de origem animal na sua alimentação, como laticínios, ovos e mel, por exemplo.
De acordo com a nutricionista da Cassems Carol Pinheiro, esse regime alimentar tem diversos benefícios, entre eles, a baixa densidade calórica, o que o torna uma boa alternativa para redução ou controle de peso, por exemplo. Além de quantidade reduzida de gorduras totais, saturada e colesterol, o que pode favorecer não somente a perda de peso, mas também manter níveis de gorduras sanguineas baixos, prevenindo, assim, o desenvolvimento de doenças cardiovasculares”, completa. O vegetarianismo preza por uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras, produtos que possuem uma quantidade de fibras, vitaminas e minerais que ajudam no funcionamento do intestino, na sensação de saciedade, além de outras finalidades que contribuem para manter o organismo saudável.
De forma geral qualquer pessoa pode seguir uma dieta vegetariana, mas a profissional da Cassems alerta sobre ser essencial a atuação do nutricionista para desenvolver um cardápio completo, já que esse regime alimentar necessita ser balanceado e até suplementado, em muitos casos.
De acordo com a nutricionista da Cassems Carol Pinheiro, esse regime alimentar tem diversos benefícios, entre eles, a baixa densidade calórica, o que o torna uma boa alternativa para redução ou controle de peso, por exemplo. Além de quantidade reduzida de gorduras totais, saturada e colesterol, o que pode favorecer não somente a perda de peso, mas também manter níveis de gorduras sanguíneas baixos, prevenindo, assim, o desenvolvimento de doenças cardiovasculares”, completa. O vegetarianismo preza por uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras, produtos que possuem uma quantidade de fibras, vitaminas e minerais que ajudam no funcionamento do intestino, na sensação de saciedade, além de outras finalidades que contribuem para manter o organismo saudável.
De forma geral qualquer pessoa pode seguir uma dieta vegetariana, mas a profissional da Cassems alerta sobre ser essencial a atuação do nutricionista para desenvolver um cardápio completo, já que
esse regime alimentar necessita ser balanceado e até suplementado, em muitos casos.
Atendendo pacientes adeptos do vegetarianismo, Carol considera que a falha mais corriqueira para quem opta por essa dieta é achar que o ajuste no cardápio seja algo simples, como querer trocar a carne por um único alimento. À falta de conhecimento tem levado esse público a consumir de forma exagerada alimentos à base de soja, por exemplo, prejudicando a ingestão adequada de nutrientes.
A profissional esclarece que é possível fazer a substituição das fontes proteicas de origem animal pelas de
origem vegetal, mas, nesse caso, é necessário fazer uma combinação de alimentos. “Uma variedade de vegetais supre as necessidades proteicas diárias do indivíduo. O maior benefício de uma dieta vegetariana advém justamente dessa necessidade de variar a dieta. Permitindo um consumo maior de nutrientes e de substâncias protetoras lantioxidantes, fitoquimicos, fibras), promovendo um estado de saúde saudável e excelente”, explica. Entre as opções de fontes proteicas de origem vegetal, a nutricionista lista: lentilha, ervilha, grão-de-bico, tofu, feijão-azuki, quinoa, amaranto, soja e derivados, semente de abóbora, chia, li-
nhaça, nozes, spirulina (alga), aveia, arroz selvagem, pasta de amendoim.
Outro equivoco muito comum desse grupo é o abuso de carboidratos, o consumo excessivo de massas, pães,
biscoitos, tortas e doces, que não alimentam o organismo nem trazem saciedade, segundo alerta a nutricionista da Cassems. O exagero desses produtos pode resultar em ganho de peso e no aumento da circunferência abdominal, elevando os riscos de problemas cardiovasculares.
“Não consumir feijões e leguminosas diariamente é um erro que, muitas vezes, o vegetariano comete. Sabemos que a proteina de origem animal é bastante completa e possui todos os aminoácidos que o nosso organismo precisa. Embora não exista uma proteina de origem vegetal completa, é muito fácil conseguir esses aminoácidos combinando um cereal com uma leguminosa, o famoso arroz com feijão, por exemplo. Além de ser saboroso, eficiente nutricionalmente, promove saciedade e o paciente consegue atingir a quantidade de macronutrientes que necessita” acrescenta a especialista.
Na lista de descuidos, outro problema é desprezar a ingestão de gorduras boas. Segundo Carol, o cérebro, as
células e a produção hormonal necessitam dessas substâncias para terem um bom funcionamento. Elas podem. Ser encontradas em castanhas, coco, abacate e azeite, por exemplo. É importante ressaltar que, fazendo uso dessas fontes de gordura vegetal, aumenta-se o HDL, que é o colesterol bom, necessário para o organismo”, complementa.
Não separar um tempo para cozinhar o próprio alimento nem para organizar a alimentação da semana também
são falhas destacadas pela nutricionista da Cassems. “O famoso vamos ver o que tem para hoje não funciona em nenhum tipo de dieta que busca saúde e qualidade de vida, muito menos em uma alimentação vegetariana”, alerta.
Carol reforça que é preciso se planejar, estabelecer metas e estar aberto a fazer adaptações, quando necessário. “A falta de tempo ou mesmo de prazer em cozinhar gera uma tendência ao consumo de comidas rápidas e sem qualidade. A pessoa que adota uma dieta vegetariana deve ter clareza de que passará por mudanças mais amplas, devendo ser rica e variada para que todas as necessidades
nutricionais do indivíduo sejam supridas”, declara.